Archive for Junho 29th, 2008
O mais novo “farm” brasileiro!


O segundo “farm team” brasileiro foi criado; o Phoenix. Após passar algum tempo no Flamengo, Renato Azevedo resolveu criar essa nova equipe, que segundo ele será para atacantes. “ Eu sempre quis ter um equipe brasileira onde pudesse só ter treino de atacantes,por isso que criei o Phoenix United ,meu objetivo mesmo é ter um time que onde sairá atacantes com um bom futuro no Footstar.” (…) “Escolhi esse nome para equipe por vários motivos,por gostar dele ,por achar que ficaria legal um time com esse nome ,entre outras coisas.” (…) “Minhas prioridades no meu time vai ser focalizar os atributos de atacante ,para no futuro muitas jogadores saírem daqui para a tão sonhada SELECAO.” (…) “Queria agradecer a todas os jogadores que gostaram do projeto ,obrigado e ate logo.”, diz Renato.
O presidente Atilio Carmona, sustentador do farm ‘Craques do Futuro’, acredita que o Phoenix possa ser um excelente complemento para o outro farm. ” O time ‘Craques do Futuro’ não treina MACs ou atacantes e por isso, a entrada dessa nova equipe exatamente com esse treinamento voltado para atacates é altamente satisfatório para com a nossa comunidade – um treinamento mais objetivo certamente nos garante mais eficiência no futuro. Torçamos para que essa equipe seja bem gerenciada.”, conta Atilio.

O Phoenix na próxima temporada já estará na série B, jogando contra outras equipes. Dará certo? Não sabemos, mas espera-se ao menos que se faça jus ao belíssimo nome.
1 comment Junho 29, 2008
Estou por aí – Adolfo Rodrigues

Objetivando acabar com o mito de que jogar no exterior seja o mesmo que se esconder, a Revista FBF inicia hoje uma série de entrevistas e matérias sobre jogadores que jogam no exterior. O “Estou por aí” começa com uma entrevista feita por Pablo Sagres com o ex-Rio Branco, Adolfo Rodrigues.
Repórter: Pablo Sagres (PS)
Convidado: Adolfo Rodrigues (AR)
PS: Qual foi a razão de você sair do Brasil?
AR: Eu saí do Brasil pois o time em que eu estava jogando passou por uma injustiça e eu perdi a fé na comunidade brasileira, que não buscou solucionar o problema e sim viram no “desmanche” do Rio Branco uma solução.
PS: Como foi a recepção dos jogadores do time do Midnight Angels F.C. – Itália?
AR: Aqui no Midnight Angels eu fui recebido muito bem, não houve nenhum tipo de aversão por eu ser estrangeiro.
PS: Você consegue conversar no fórum da equipe numa boa?
AR: Bom, O fórum da equipe no Midnight Angels não é muito utilizado, pois o time tem um fórum hospedado em um site exterior. Nesse fórum são me passadas as Ordens Individuais, notícias relacionadas ao time, etc, tudo em inglês pela razão de eu não falar o italiano. Por esse mesmo motivo não tenho contato com todos os jogadores do time, somente alguns.
PS: Como foi sua adaptabilidade na Itália, demorou muito para chegar a 100%?
AR: A adaptabilidade não demorou para atingir os 100%, a maioria dos jogadores do time entenderam a necessidade e ajudaram a chegar a 100%. Mas não foram todos.
PS: Você é um atacante muito bom e tem bons atributos. Quando você começou a jogar no time você fez a diferença?
AR: Bom, o time apresenta um bom elenco, quando eu cheguei haviam eu e mais 2 atacantes de praticamente o mesmo nível então eu não fiz muita diferença.
PS: Antes de vir para a Itália você jogava no time Esporte club Cachoeiro, o que representou esse time pra você?
AR: O “Esporte Club Cachoeiro” na época “Rio Branco” representou muito para mim, tinham lá pessoas que conheciam o jogo e não tinham problemas em passar o conhecimento adiante, consegui treinar meu jogador e após perder praticamente uma temporada inteira de treino justamente por não conhecer o jogo ainda consegui fazer um jogador de nível bom e não precisei resetar. O que o meu jogador é se deve grande parte ao Rio Branco e as pessoas de lá e outra parte ao CAM do Zeus Branco.
PS: Como você entrou em contato com o time Midnight Angels F.C?
AR: Na verdade o técnico do Midnight Angels, Luigi Sandulli, entrou em contato comigo me convidando a integrar o elenco do Midnight Angels e na época recusei o convite por estar vinculado ao Rio Branco e, após o acontecido com o Rio Branco, entrei em contato e aceitei o convite.

PS: O que você tem a dizer para os jogadores do Brasil que tem vontade de jogar no exterior?
AR: Para os que têm a vontade de jogar no exterior eu recomendo. É uma boa experiência. Você tem a chance de “conviver” com pessoas de uma cultura diferente; entrar em contato com pessoas que pensam diferente, mas não vale a pena se arriscar se você não tiver conhecimento na língua do local que pretende jogar ou na língua inglesa.

Por Pablo Sagres
Imagens: Fernandão Conde
Add comment Junho 29, 2008